Arroz - Emater/RS-Ascar participa da Abertura da Colheita do Arroz em Cachoeirinha
Data:
25/01/2008
No ano do centenário da lavoura arrozeira, a Emater/RS-Ascar estreita sua parceria com o Instituto Riograndense do Arroz (Irga) e se integra à Federarroz para apoiar a tradicional Abertura da Colheita do Arroz. O maior evento da cadeia arrozeira na América Latina alcança sua 18ª edição mostrando o processo de produção da cultura para a Região Metropolitana. A cerimônia de abertura da colheita está marcada para 2 de março, às 10h, com a presença da governadora Yeda Crusius e do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Todas as ações inclinam-se para a Estação Experimental do Irga em Cachoeirinha, de 28 de fevereiro a 2 de março, onde serão apresentadas as mais modernas tecnologias do setor, como o resultado da variedade Irga 421, plantada no cedo, já pronta para a colheita. “A lavoura arrozeira representa uma ação bastante significativa da Emater/RS-Ascar, que repassa tecnologias de ponta a seus assistidos, como as pesquisas com cultivares do Irga, e contribui com o desenvolvimento da cadeia produtiva e também dos agricultores familiares”, resumiu o presidente da Emater/RS, Mário Augusto Ribas do Nascimento. “A participação da Emater na cadeia produtiva do arroz é extremamente importante, com capilaridade e abrangência em todos os municípios produtores”, observou o presidente do Irga, Maurício Fischer. As manifestações ocorreram nesta quinta-feira (24), durante solenidade de lançamento do evento, no palco onde será promovida a maior festa do setor no país. Entre as autoridades, estavam o presidente da Federarroz, Renato Rocha e deputados. Avanços A parte técnica da programação de abertura da colheita mostrará aos visitantes os avanços das pesquisas conduzidas pelo Irga, com lavouras demonstrativas apresentando produtividade média de 11/12 toneladas por hectare. Os visitantes percorrerão a chamada vitrina tecnológica, contarão com um balcão de negócios e poderão participar de leilões de arroz. Palestras com temas sobre consumo, meio ambiente e segurança alimentar vão preencher a agenda, além de cursos e oficinas, que repassarão conhecimentos sobre regulagem de equipamentos e secagem de grãos. As tardes estão reservadas para visitas ao campo experimental. O público, previsto em cerca de 10 mil pessoas, terá acesso ainda à exposição sobre os cem anos da lavoura gaúcha.