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Feijão - Feijão Transgênico
Data: 23/05/2008
 
Pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão em Goiás desenvolvem há anos uma variedade de feijão geneticamente modificado, capaz de resistir ao mosaico dourado, uma das doenças que atacam a lavoura. A planta agora passa por testes em laboratório e no campo, e aguarda a aprovação do governo para a comercialização.
O campo experimental fica na Embrapa Arroz e Feijão em Santo Antonio de Goiás, na região metropolitana de Goiânia. E é onde está o resultado de 19 anos de pesquisa: o feijão transgênico. A primeira planta foi obtida em 2005. De lá para cá vem sendo testada.
Quem coordena a pesquisa é o agrônomo Josias Correia Faria. A tecnologia consiste em colocar no DNA da planta um pedacinho do vírus causador da doença chamada mosaico dourado.
A previsão é que esse feijão geneticamente modificado esteja liberado para o plantio comercial em 2011 ou 2012. Vai depender ainda do resultado dos testes e da liberação da CTNBio, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. No campo os testes vão avaliar se o feijoeiro transgênico afeta os insetos que vivem no solo e nas folhas. A pesquisa testará também se o gene da planta transgênica pode ser transferido naturalmente para uma planta convencional, ou seja, o perigo da contaminação.
“Esse cruzamento existe na mesma proporção que existe entre o feijão não convencional e outro convencional. Em alguns casos ele pode ser um pouco mais elevado e em outros casos um pouco mais baixo. Nessa experiência, esse nível está abaixo de 1%. A separação de três metros já seria suficiente para conter o feijão”, explicou Faria.
Assim que o feijão for colhido, os grãos serão analisados na Embrapa Tecnologia de Alimentos para ver se não existe nenhuma nova proteína e se os grãos podem ser consumidos.
“O maior benefício desse feijão vai ser a alta produtividade sem a utilização ou com a utilização mínima de agrotóxicos usados para o controle da mosca branca, o inseto que transmite o vírus na natureza. Isso resulta em benefício ao meio ambiente, por reduzir a carga de agrotóxico, e ao homem, como o individuo que tem que levar esse pesticida até o campo”, completou Faria.

Fonte: Globo Rural
 
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