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Geral - Comércio ilegal põe saúde em risco
Data: 01/03/2010
 
A fiscalização precária nas fronteiras estimula o contrabando de agrotóxicos e pode comprometer a saúde da população. É o que revela uma reportagem da RBS TV exibida ontem pelo Fantástico.

Durante duas semanas, a equipe da RBS TV rodou cerca de 7 mil quilômetros pelas fronteiras do Brasil com o Uruguai e o Paraguai e gravou flagrantes de comerciantes negociando produtos. A própria equipe conseguiu cruzar as aduanas com frascos de defensivos sem despertar suspeitas. Em Aceguá, o posto da Receita Federal estava fechado. A falta de fiscalização também foi constatada nas cidades uruguaias de Artigas, vizinha à Quaraí, Bella Union, na divisa com Barra do Quaraí, e em Rivera.


Para o superintendente regional da Receita Federal no Estado, Paulo Renato Silva da Paz, a extensão de cerca de 1,7 mil quilômetros de fronteira faz com que a estratégia dos fiscais seja a desarticulação das quadrilhas, e não a presença em todos os pontos.


O esquema de contrabando também foi flagrado em Ciudad Del Este, na divisa com Foz do Iguaçu. Na cidade paraguaia, um vendedor afirmou que o produto local tem uma concentração de princípio ativo quatro vezes maior. Um agricultor confirmou o agrotóxicos ilegais.


- Com certeza prejudica a natureza, as lagoas. Tu vê a diferença até no peixe, passarinho morre - admitiu.


Antes de ser vendido no Brasil, um defensivo agrícola precisa passar por testes e ser registrado em três ministérios: da Agricultura, da Saúde e do Meio Ambiente. Esse processo não ocorre com o produto trazido ilegalmente.


- Esses agrotóxicos produzem desde uma reação alérgica até efeitos graves, como o aparecimento de câncer - alerta o diretor da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Alvarez.


Testes realizados pela PF comprovam os riscos. O laudo de uma amostra apreendida em uma agropecuária de Passo Fundo revelou que um dos produtos, vendido para combater insetos, era na verdade veneno para fungos.


- A população está se expondo a um maior nível de agrotóxicos. Além disso, o agricultor terá o prejuízo de não estar matando a praga que deseja - disse a perita criminal federal Daniele Zago, responsável pela análise.

Fonte: Zero Hora
 
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